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São Paulo, Brasil
Como ser o melhor desenvolvedor frontend?
7 min de leitura
Um desenvolvedor frontend busca projetar e implementar a interface do usuário e os elementos visuais utilizando a tríade HTML, CSS e JavaScript, trabalhando em estreita colaboração com o time de design para garantir que o aplicativo seja visualmente atraente, intuitivo e fácil de usar.
• Adaptação a mudanças tecnológicas e migração móvel é essencial, com pesquisa contínua mantendo equipes e clientes satisfeitos.
• Uso de tags semânticas, estruturação CSS eficaz e escolhas criteriosas de tecnologia resultam em desempenho otimizado.
• Compreensão de UX/UI, decisões estratégicas e documentação de padrões criam soluções excepcionais para experiências digitais impactantes.
No campo do desenvolvimento frontend, uma ampla gama de práticas exemplares está em jogo. Com as rápidas mudanças em tecnologias, frameworks e ferramentas no mercado de TI, a contextualização se destaca como essencial.
Muitos desses conceitos, como a migração para dispositivos móveis, são complexos. Assim, a pesquisa contínua e o desenvolvimento são cruciais para manter equipes produtivas e clientes satisfeitos.
Acompanhar tendências, adaptar-se rapidamente e absorver novas abordagens é vital no cenário de desenvolvimento frontend em constante transformação. À medida que dispositivos evoluem e expectativas crescem, a inovação torna-se fundamental, exigindo atualização constante e refinamento das habilidades.
Portanto, dominar o desenvolvimento frontend vai além de habilidades técnicas; é um processo contínuo de aprendizado que cria bases sólidas para criar experiências digitais envolventes e impactantes para os usuários. Confira dicas de como se aprimorar na área e se tornar um ótimo profissional.
Na colaboração em equipe, a adoção de padrões é de suma importância para reduzir ao mínimo a probabilidade de confusões durante o processo de desenvolvimento. É altamente recomendável estabelecer convenções logo no início do projeto.
Além disso, a implementação de configurações automáticas nos ambientes de compilação ou editores, capazes de impor regras específicas, como os linters, pode ser uma prática valiosa.
Sempre que possível, as soluções criadas no âmbito do frontend devem seguir as melhores práticas da indústria, respeitando a separação rigorosa de preocupações, a saber:
• A manutenção da consistência e das convenções entre os membros da equipe é de suma importância.
• As soluções devem ser formuladas com simplicidade e clareza em mente.
• As soluções devem servir a um propósito bem definido.
Uma característica intrínseca ao código profissional é a compreensão de que, ao escrevermos código para atingir objetivos específicos, também estamos produzindo código destinado a ser lido e compreendido por outros desenvolvedores.
O HTML deixou de ser apenas o meio de estruturar documentos para a web e hoje é um dos principais pontos para configurar o SEO(Search Engine Optimization) de um website. Para isto, basta descrever o significado do conteúdo presente nesses documentos por meio de tags semânticas, como por exemplo < section >, < aside > ou < figure >.
A principal característica de um HTML semântico é descrever o significado do conteúdo presente em páginas da web, tornando a informação mais clara tanto para programadores quanto para browsers e outras engines.
<!DOCTYPE html>
<html lang="en">
<head>
<meta charset="UTF-8" />
<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=edge" />
<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0" />
<title>Meu Website</title>
</head>
<body>
<h1>Hello World!</h1>
</body>
</html>
Uma página HTML simples com o título "Meu Website”
Estabelecer um guia de estilo coeso para aplicar em elementos de marcação pode resultar em uma significativa redução do tamanho do código CSS. Essa abordagem é especialmente eficaz quando a equipe de design e desenvolvimento adere consistentemente a esse guia. Recomenda-se estabelecer esse guia, ou até mesmo um sistema de design completo, no estágio inicial de um projeto.
Em projetos de grande escala, a estratégia de utilizar uma única folha de estilo CSS não é aconselhável. Embora seja mais vantajoso ter um único arquivo para cada página. Para otimizar essa situação, é comum fazer uso de pré-processadores CSS, que dividem as folhas de estilo em arquivos menores e mais organizados. Isso facilita a manutenção e o desenvolvimento contínuo ao longo do tempo.
Cada site, em linhas gerais, é singular em sua abordagem. O tema, recursos e funcionalidades variam de acordo com os objetivos definidos, bem como a tecnologia escolhida para a construção.
Em grande parte dos casos, senão em todos, a incorporação de JavaScript apresenta-se como uma abordagem vantajosa para intensificar a agilidade e a funcionalidade, tudo isso sem a necessidade de dominar uma linguagem de programação independente.
Adotar as melhores práticas de JavaScript pode resultar em tempos de carregamento de página mais rápidos e aprimorar o desempenho geral. Isso contribui para tornar o código mais legível, simplificando processos de manutenção e depuração.
Um código bem estruturado pode prevenir erros e questões de segurança, especialmente quando complementado por ferramentas de diagnóstico em tempo real. Entre as principais abordagens recomendadas durante a programação em JavaScript, destacam-se:
• A seleção de um guia de estilo de programação JavaScript, como os do Google ou do AirBnB.
• A atribuição de nomes descritivos a variáveis e funções.
• A avaliação do nível de complexidade de uma tarefa, buscando soluções externas quando necessário.
• A implementação de conceitos de programação gerais, como DRY (Don't Repeat Yourself) e KIS (Keep It Simple), evitando "code smells" (código de baixa eficiência), como funções multifuncionais ou excessivamente parametrizadas.
• A exploração de diferentes abordagens para um mesmo problema, potencialmente otimizando o desempenho de uma aplicação.
• O entendimento de que código inteligente nem sempre traduz um bom código; a clareza é de essencial importância.
Na contemporaneidade do desenvolvimento web, o emprego do JavaScript "vanilla" (ou seja, JavaScript puro) está em declínio, devido à ascensão de bibliotecas e frameworks (Node, React, Angular, Vue, Svelte, entre outros) que simplificam enormemente a tarefa de programação, ao mesmo tempo que se encarregam de áreas específicas de um site.
Em diversas situações, essas ferramentas são capazes até de transformar páginas simples em aplicativos completos, capazes de funcionar em computadores e dispositivos móveis, proporcionando novas experiências aos usuários.
A manipulação de códigos e bibliotecas de terceiros requer uma abordagem precisa. Modificar o código de fontes externas não é recomendado. É crucial documentar a origem e a licença da biblioteca, assegurando que sejam adequadas para o projeto. Qualquer modificação em códigos de terceiros deve ser acordada e fundamentada em razões específicas.
Quando ajustes forem necessários devido a correções de bugs, a abordagem apropriada é encaminhar essas alterações para o projeto original (por exemplo, em um projeto open-source). O código da biblioteca deve ser tratado como uma dependência externa, sujeita a possíveis atualizações ou substituições futuras.
A inclusão de bibliotecas de terceiros deve ser realizada com diligência e após discussão com a equipe do projeto para garantir que representem a solução adequada para o problema em questão. A decisão de "adicionar mais uma lib" nem sempre é a melhor alternativa. A escolha de bibliotecas de terceiros deve ser cuidadosa e alinhada com a natureza do problema a ser resolvido, a fim de evitar desalinhamentos inconvenientes.
A documentação, ao estabelecer um conjunto bem definido de padrões e práticas endossados pela equipe, institui um método coeso para a excelência do desenvolvimento. Isso garante que o código seja formatado de maneira uniforme, independente do autor, e facilmente compreendido por todos os membros do time.
Ademais, esses padrões e a constante manutenção da documentação servem como estímulo para discussões acerca do processo e para a evolução dos padrões de desenvolvimento. Essa dinâmica contribui significativamente para a formação de programadores mais capacitados e para a criação de bases de código mais sólidas, que beneficiam tanto a empresa quanto os clientes.
A documentação desses padrões gera notável eficiência ao processo empresarial. Seja ao integrar um novo desenvolvedor à equipe, incorporar um programador a um novo projeto ou garantir um elevado nível de qualidade e consistência do código em projetos de longo prazo com equipes amplas, até mesmo externas. A aplicação dessas práticas já rendeu ganhos consideráveis ao processo de desenvolvimento.
Tornar-se um desenvolvedor frontend de destaque vai além da codificação. É necessário compreender os papéis de UX e UI, simplificando o processo de design para o desenvolvimento e fazendo escolhas ponderadas na arquitetura de software. Um profundo conhecimento da área permite absorver os objetivos de negócios e oferecer soluções alinhadas às necessidades, em vez de ser preso a tecnologias web específicas.
Dominar UX e UI é essencial para criar interfaces coesas e amigáveis, enquanto a expertise na arquitetura de software impulsiona a construção de aplicações robustas e escaláveis. Compreender os objetivos de negócios é a chave para alinhar o desenvolvimento frontend com metas empresariais, criando valor real para os usuários e para a organização. Ser um desenvolvedor frontend exemplar transcende a codificação, é uma combinação de habilidades técnicas e visão estratégica que moldam experiências digitais excepcionais.
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